Palavra do Ministro de Relacionamento e Expansão

por set 24, 2010Notícias0 Comentários

MISSÓES ESTADUAIS E MISSÃO GLOBAL

Somos todos missionários, na alegria e na tristeza…
Até que a volta de Jesus nos arrebate!

Queridos Batistas Sul-Mato-Grossense, graça, paz e misericórdia em Cristo Jesus nosso Senhor. Bom seria se todos os cristãos tivessem uma constante atitude missionária, e todas as igrejas tivessem missões como prioridade orçamentária.

Pensando no ideal analisemos o real. Como batistas, podemos começar com algo bem tangível, o sonho de alcançarmos o alvo de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais).

Tivemos igrejas bem generosas nas ofertas missionárias em 2009, e alcançamos o valor de R$ 101.000,00 (cento e um mil reais) diretamente da campanha. Confiamos que todas as igrejas que ofertaram ano passado estarão realizando ainda mais neste ano, se, por exemplo, cada uma aumentasse em 50 % seu alvo só aí já teríamos a alegria de conseguir a meta estabelecida.

Como, com certeza, várias outras igrejas vão ofertar amorosamente estamos convictos de que vamos ultrapassar em uns 15 a 20% os R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) que esperamos para este ano.

1 – Quando ofertamos para Missões todos ganham.

A Bíblia é nossa regra de fé e prática. O pragmatismo bíblico e a fé cristã nem sempre acompanham a razão filosófica financeira antiga e egoísta.

Hoje, até mesmo os consultores empresariais trabalham com a idéia de uma filosofia mais altruísta.

Stephen R. Covey em seu livro “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” o título do Hábito 4 é “Pense Ganha/Ganha” (Pg. 246-282), nessas páginas ele trata da temática de que a melhor postura é aquela onde todos ganham.

Aplicar em Missões é uma atitude de Ganha/Ganha, pois realmente todos ganham! O missionário será valorizado, a igreja será abençoada, o pastor da igreja sentirá que cumpriu seu papel de cooperador do Reino e a Junta de Missões Estaduais poderá ampliar os benefícios aos campos e investir em novas frentes.

2 – Quando nos isolamos todos perdem.

Se há algo para o qual não encontramos respaldo bíblico é para o isolamento pessoal ou ministerial.

Até mesmo as pessoas mais simples sabem que a “corda de três dobras é difícil de se quebrar”, que é “melhor serem dois do que um só”, etc. Mas encontramos aspectos mais profundos na Bíblia que vai além das questões práticas.

Daivid Kornfield publicou um livro cujo título é “O Líder que Brilha – Sete relacionamentos que levam à excelência”. No capítulo 4 “Relação com um grupo pastoral” ele fala sobre ‘A TENDÊNCIA DE TODO LÍDER SER SOLITÁRIO’, nesse tópico ele diz que “o coração de Deus dói ao ver seus pastores tão solitários.”

Ele recorda de textos da Bíblia que diz: Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol: havia um homem totalmente solitário; não tinha filho nem irmão. Trabalhava sem parar! Contudo, os seus olhos não se satisfaziam com sua riqueza. Ele sequer perguntava: “Para que estou trabalhando tanto, e por que razão deixo de me divertir?” isso também é absurdo; é um trabalho por demais ingrato! (Eclesiástes 4.7,8).

Em Provérbios 18.1 “Quem se isola busca interesses egoístas e se rebela contra a sensatez”. A versão revista e atualizada traduz o provérbio assim: “O solitário busca o seu próprio interesse, e insurge-se contra a verdadeira sabedoria”.

Não há mais motivos para que os pastores se isolem e deixem os missionários na solidão também, não há por que isolarem suas igrejas contribuindo para o enfraquecimento denominacional.

Sabemos, para a Glória de Deus, que vários pastores estão assumindo a responsabilidade de líder e, estão se envolvendo com Missões e a obra batista como um todo cientes de sua capacidade de influencia benéfica.

Concluindo.

Participar ou se isolar, contribuir ou se omitir? Eis a questão! Na verdade tudo depende daquilo que nos motiva. Se todos entendermos que a unidade é da vontade de Deus e o isolamento é fruto do nosso egoísmo, vamos imediatamente iniciar uma cruzada em favor da recuperação da nossa histórica cooperação batista.

O Código da Inteligência, do Dr. Augusto Cury, ele retrata com carinho o Código do Altruísmo – capacidade de se colocar no lugar dos outros. Ele afirma: “É o código que expressa a grandeza da alma, a generosidade, a bondade, a compaixão, a indulgência e o desprendimento. (…) O altruísmo é o reflexo de nossa humanidade, quanto mais altruístas, mais humanos somos. Quanto mais ególatras e individualistas somos, mais expressamos nossa natureza animal ou instintiva, mais nos tornamos agentes da exclusão e da agressividade.”

Se a sobrevivência de uma organização depende do altruísmo de seus associados, muito mais um organismo vivo, que é a igreja de Cristo, vai precisar de membros solidários para seu ajuste e equilíbrio possibilitando um crescimento saudável.

Queridos pastores e igrejas, apenas por um momento coloquem-se no lugar dos missionários e das frentes missionárias. Sintam o que eles devem estar sentindo. Reflitam em como vocês gostariam de ser tratados se estivessem lá no campo. Às vezes uma cartinha ajuda na perseverança e permanência na obra.

Assuma diante do Senhor o desafio de como crente batista: DAREI A MAIOR OFERTA DA VIDA PARA MISSÕES ESTADUAIS.

Carinhosamente, Pr. Ramão
Ministro de Relacionamento e Expansão

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