Plano Cooperativo

Como surgiu o Plano Cooperativo?

O Plano Cooperativo surgiu em 1957, durante a Assembleia Anual da Convenção Batista Brasileira, em Belo Horizonte. Nasceu para a manutenção do trabalho geral dos batistas brasileiros e como método eficiente e bíblico para desenvolver a obra de missões. O Plano Cooperativo foi apresentado em 1957, e dois anos depois, em 1959 foi colocado em prática para que os batistas brasileiros testemunhassem de Cristo “até os confins da terra”.

Saiba o que é feito com o Plano Cooperativo

PRESICSA DE AJUDA?

Suporte:
(67) 99235-4153

Solicitar o boleto:
(67) 99170-6809
[email protected]

Dados para Depósito Bancário:
Banco Bradesco
Agência: 3408
Conta Corrente: 7714-3
CONVENÇÃO BATISTAS SUL-MATO-GROSSENSE

Z

O Plano Cooperativo é você!

Há uma semente em suas mãos chamada de Plano Cooperativo, sistema único de cooperação entre igrejas batistas. Cooperação que alcança, transforma realidades, mas essa cooperação só é possível através de você: dando de si mesmo ao mundo por meio de sua participação.
t

Por que participar?

Vale a pena participar, em primeiro lugar, por causa do seu próprio nome, pois é baseado no grande princípio que matem a chama batista: a cooperação. Em segundo lugar, vale a pena participar do Plano Cooperativo porque a obra da cooperação não se faz com discursos, mas com recursos. Humanos e materiais. Por último, vale a pena participara do Plano Cooperativo, porque ele é justo e funcional. Justo porque é baseado na voluntariedade e na proporcionalidade. Também é funcional porque é baseado na parceria, com condições claramente definidas e transparentes, previstas nos estatutos e regimentos internos das associações e convenções”.

Pr. Sylvio Macri, IB Central em Oswaldo Cruz/RJ, em matéria do jornal “O Batista Paulistano”.

Valorização das igrejas

A medida fortalece financeiramente as Associações Regionais para que cumpram seu papel junto às igrejas.

i

Investimento na Educação Teológica

A formação de novos obreiros, capacitados por meio de uma educação teológica de qualidade foi alcançado pelo novo sistema do Plano Cooperativo.

Assim, 20% de todos os recursos levantados pelo Plano Cooperativo serão destinados para a instituições teológicas, sendo 8% para a Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman, 8% para Faculdade Teológica Batista Sul-Mato-Grossense e 4% para o Fundo Educacional no Estado.

No mesmo ato, foi aprovado que a CBSM destine 20% do seu orçamento para investir no ensino teológico e formação de novos obreiros.

Com isso, a CBSM permanecerá no cumprimento de sua visão e missão: ser uma agência do Reino de Deus, servindo às igrejas por meio das Associações.

Fique por dentro

O Plano Cooperativo é resultado da fidelidade de irmãos, igrejas, convenções estaduais e associações regionais que empregam parte dos recursos para que a obra de Deus cresça com equilíbrio no Brasil e no mundo.

E através dessa cooperação podemos testemunhar o nascimento de igrejas fortes e atuantes.

São todos os batistas ao redor do mundo, dando suas mãos em testemunhos a todos os povos.

f

Distribuindo Melhor

Pensando no Repacto Denominacional, no fortalecimento das Associações e na unidade no percentual da cooperação denominacional, foi aprovada por unanimidade a seguinte distribuição do 10% do Plano Cooperativo: 7% para a Convenção Batista Sul-Mato-Grossense e 3% para cada Associação Regional.

Esta mudança foi proposta e aceita em Assembleia Extraordinária no dia 5 de fevereiro de 2011, trazendo as seguintes melhorias:

Benefício imediato às igrejas: No pacto anterior, cada igreja deveria contribuir com 12% para a denominação, sendo 10% para a CBSM e 2% para sua associação. Com a mudança houve uma redução de 2% na contribuição denominacional.

O Plano Cooperativo no Mato Grosso do Sul

Os recursos recebidos pela Convenção Batista Sul-Mato-Grossense são distribuídos de acordo com a proposta orçamentária para cada semestre, elaborada pelo Núcleo Gestor e aprovada pelo Conselho Geral, observando os percentuais inseridos no Planejamento Estratégico aprovado pela Assembleia da Convenção para as atividades meio, fim e patrimonial: 10% patrimonial; 30% meio e 60% fim.

× Como posso te ajudar?