Importar-se ou ficar indiferente?

por jul 23, 2013Notícias0 Comentários


Referente às manifestações no Brasil, boa parte da sociedade já se manifestou: Médicos, caminhoneiros, estudantes, etc. Setores da igreja evangélica, como o pastor Silas (se bem que foi antes dos protestos) em Brasília, além de um ou outro documento, por denominações.

Agora, muitas coisas acontecem e a igreja não fala nada, ou fala pouco, ou ainda com atraso. Vejamos: O projeto falsamente denominado de “cura gay” teve que ser retirado de pauta por falta de apoio até do próprio partido do proponente, Dep. Federal, João Campos, que é do PSDB/GO. Só para citar um exemplo, se as igrejas estivessem de prontidão para esses assuntos e fizessem a devida mobilização, conscientização, muitas coisas boas poderiam ser aprovadas e, muitas ruins, poderiam ser rejeitadas.

Penso que poderia haver um grupo sempre atento, formado por batistas, presbiterianos, assembleianos, entre outros, que poderia mobilizar as lideranças/igrejas a entrarem em contato com os legisladores (deputados estaduais/federais, senadores) para o que é moral e ético seja aprovado.

Esse grupo até poderia trabalhar para deixar nosso povo mais politizado. Cito como exemplo a “importação” dos médicos cubanos. Há algo por trás disso, pois eles não são apenas médicos, são agentes do governo e carregam uma ideologia com eles, que é comunista e totalitária. Essas coisas nosso povo precisa saber. Então, ser politizado envolve conhecimento, formação.

Esse grupo também poderia informar nossa população que o bem-estar de um país depende da base, do povo, pois se esse é bem politizado, dele vão surgir bons candidatos que serão eleitos pelo povo que, no caso, é bem preparado e sabe escolher. Sendo assim, teremos bons políticos porque a base, o povo, cumpre o seu papel.

Faz parte da formação do povo que ele, como já disse, precisa ser bem organizado e ciente de que ele é o responsável pelo sucesso de uma nação. Então, a principal cobrança deve recair sobre o povo, a base, reitero. Sabemos que geralmente acontece o inverso, ou seja, cobra-se dos políticos, do Estado, como se tudo dependesse dele, como se fosse um grande pai, que tem que dar tudo a todos, sendo que o certo é o povo ser forte e o Estado o menor possível.

Sendo assim, com o povo ciente da sua responsabilidade, cumprindo o seu dever, veremos um Estado menos paternalista, cumprindo o papel que lhe cabe, que é, principalmente, o da segurança pública e o povo se sustentando o máximo possível. Assim, o Estado não precisa sugar tanto a população com impostos.

Como exemplo, quero citar apenas uma coisa, para mostrar como isso pode funcionar: Hoje, os filhos já tem que frequentar a escola aos quatro anos de idade. Se houver a oportunidade legal de os pais educarem os filhos em casa, o governo não vai gastar com escolas básicas nem com creches. Isso vai, além da economia, fortalecer o lar e a sociedade vai ganhar filhos bem educados, sem a “desorientação” que as crianças recebem nas escolas públicas quanto à sexualidade.

Até preciso acrescentar que então a principal base é a família, e depois o povo em geral.

Viram como é simples? E com isso podemos fazer grandes mudanças, que podem ser qualificadas como expressões de amor ao próximo, que é o nosso dever cristão e cívico.

Então, vamos nos importar, e sair da indiferença!

Carlos Osmar Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS 928).

Anderson Solano

Anderson Solano

Publicitário, chefe do departamento de comunicação social e gestor de TI.

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